28 abril 2026

Exposição sobre a guerra colonial portuguesa

 


                                    


A  exposição,  apresentada no âmbito das comemorações do 25 de Abril, foi o resultado da pesquisa feita pelos alunos do 12º F e G, no âmbito da disciplina de História A. Integrou-se no estudo da ditadura do  Estado Novo ( 1933-1974), abordando  o impacto da   guerra colonial que se arrastou por 13 anos (1961-1974) e em três frentes: Angola, Guiné e Moçambique.

Os alunos falaram com soldados que foram mobilizados para a mais longa guerra colonial da História e que são desconhecidos do grande público - os seus avós que, generosamente, partilharam memórias valiosas, autênticos testemunhos e retratos de como se viveu e sobreviveu a esta guerra que acabou por fragilizar o regime.

De forma carinhosa, a exposição intitula-se  “ Rostos  da Guerra Colonial : Os Nossos Avós ”.

                                                                                             Eva Freitas


17 abril 2026

Experiência imersiva sobre a Roma Antiga

 

Na tarde de 16 de abril, o Professor Universitário Pedro Cura, patrocinado pela Leya Editora, esteve na nossa escola para apresentar uma sessão imersiva e envolvente sobre a Roma Antiga. Os 120 alunos do sétimo ano tiveram a oportunidade de consolidar conhecimentos sobre a economia, o modo de vida, a organização administrativa, a cultura e a gastronomia de Roma. Foi uma experiência sensorial que permitiu aos alunos cheirar especiarias e condimentos como o garum, o açafrão, os cominhos e a curcuma. Além disso, cortaram aipo com uma cana e manusearam calcário preto e moedas da época. A sessão incluiu ainda uma degustação de frutas frescas (uvas, peras, maçãs e morangos) e secas (alperces, figos e tâmaras). Todos puderam explorar uma banca exuberante e atrativa, resultando numa experiência memorável!

 (texto e foto de Carla Pereira)

 

30 março 2026

2.º "Encontro com a História”

Quando o passado invadiu (com estilo!) o auditório de Águas Santas


    No passado dia 26 de março, o auditório da Escola Básica e Secundária de Águas Santas transformou-se numa verdadeira máquina do tempo — sem botões complicados nem efeitos especiais de Hollywood, mas com algo muito mais poderoso: histórias, conhecimento e boa disposição.
O “2.º Encontro com a História”, promovido pelo grupo disciplinar de História, trouxe à escola um conjunto de convidados que provaram que o passado está tudo menos “morto”… aliás, está bem vivo — e recomenda-se!

A manhã arrancou com chave de ouro (ou melhor, com pedra… romana, talvez!) com a presença da professora Isabel Garção, figura bem conhecida da casa, que regressou para mostrar que quem ensina História nunca deixa verdadeiramente a escola. A acompanhá-la esteve o historiador e arqueólogo Joel Cleto, que, como já é hábito, conseguiu fazer com que todos olhassem para Águas Santas como se fosse o centro do mundo (e quem sabe, até já foi!). O tema? O património local de Águas Santas — esse tesouro que muitos passam todos os dias sem notar, mas que, afinal, daria pano para mangas… e para várias aulas!
Durante a tarde, o cenário mudou, mas a animação manteve-se. Os alunos do ensino básico mergulharam na História da Maia através de uma abordagem menos tradicional e muito mais divertida: um jogo da glória histórico dinamizado pela Dra. Sara Lobão. Sim, aprender História a jogar — quem diria que era possível avançar casas sem copiar no teste? 
Seguiu-se uma viagem ao mundo da Arqueologia e do Restauro, com as arqueólogas Patrícia Miranda e Beatriz Resende, e a restauradora Sara Rodrigues. Entre escavações imaginárias e histórias de objetos que “ganham nova vida”, ficou claro que há profissões onde sujar as mãos é, na verdade, sinal de grande conhecimento.
O evento contou ainda com a presença dos professores de História, vários docentes acompanhantes (heróis discretos destas iniciativas), antigos professores, o presidente da Junta de Freguesia de Águas Santas e o diretor da escola, Óscar Brandão, que deu início às sessões da manhã e da tarde. 
Falar da vila é falar do românico (mosteiro de Águas Santas) cuja exposição foi colocada à porta do auditório e tão bem abrilhantou os presentes. 
No final, ficou a certeza de que a História não é apenas sobre datas e nomes difíceis de decorar — é sobre identidade, memória e, acima de tudo, sobre percebermos melhor o lugar onde vivemos.
E se alguém ainda acha que História é uma “seca”… claramente não esteve neste encontro!

                                                                                                                              envio de Carla Pereira


13 março 2026

"Raízes com História"

  

Projeto “Raízes da História” destaca grandes personalidades que marcaram a História


No passado mês de janeiro, os professores de História Bruno Carvalho e Carla Pereira deram início a um projeto educativo na escola intitulado “Raízes da História”. Esta iniciativa pretende homenagear, mensalmente, uma personalidade histórica que tenha deixado uma marca relevante na sociedade e na luta por valores como a liberdade, a justiça e os direitos humanos.
Para dar vida ao projeto, foi colocada junto à sala dos professores uma árvore simbólica. Nessa árvore são pendurados trabalhos realizados pelos alunos sobre a personalidade escolhida em cada mês. Além disso, num placard próximo, são expostos textos, imagens e pesquisas que aprofundam o conhecimento sobre a figura histórica em destaque. A árvore simboliza as raízes do passado que continuam a influenciar o presente e a ajudar a construir o futuro.
Desde o início do projeto, já foram homenageadas três personalidades marcantes da História. No mês de janeiro, os alunos trabalharam a figura de Mahatma Gandhi, líder indiano conhecido pela sua luta pela independência da Índia através da resistência pacífica e da desobediência civil. Em fevereiro, a personalidade escolhida foi Malala Yousafzai, jovem ativista paquistanesa e vencedora do Prémio Nobel da Paz, reconhecida mundialmente pela defesa do direito das meninas à educação.
No mês de março, o destaque vai para Martin Luther King Jr., uma das figuras mais importantes da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos. Martin Luther King destacou-se pela defesa da igualdade racial e pela luta contra a discriminação através de métodos pacíficos, inspirados na filosofia de não-violência de Gandhi.
A sua liderança no movimento pelos direitos civis contribuiu para importantes mudanças na sociedade norte-americana, nomeadamente na aprovação de leis que combateram a segregação racial. O seu famoso discurso “I Have a Dream” tornou-se um símbolo mundial da esperança numa sociedade mais justa, onde todas as pessoas sejam tratadas com igualdade, independentemente da cor da pele.
Com o projeto “Raízes da História”, os professores Bruno Carvalho e Carla Pereira pretendem incentivar os alunos a conhecer melhor figuras que marcaram o curso da História e a refletir sobre valores fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e consciente. A participação dos alunos, através da realização de trabalhos e pesquisas, torna o estudo da História mais dinâmico, estimulando a curiosidade e o pensamento crítico.
A iniciativa tem vindo a despertar interesse na comunidade escolar e promete continuar a crescer ao longo do ano letivo, com novas personalidades históricas a serem descobertas e homenageadas pelos alunos.
envio de Bruno Carvalho

02 fevereiro 2026

“Raízes da História”

 Um projeto que faz florescer a memória

Os professores Bruno Carvalho e Carla Pereira deram início ao projeto “Raízes da História”, uma iniciativa que convida a comunidade escolar a olhar para o passado com respeito, sensibilidade e sentido de gratidão. Este projeto pretende homenagear, mensalmente, personalidades da História que se destacaram pelo seu legado e que deixaram uma marca profunda na humanidade.

No coração da escola, junto à sala dos professores, nasceu uma árvore simbólica que passa agora a ganhar vida todos os meses. Nela são penduradas frases e imagens criadas pelos alunos, inspiradas na personalidade homenageada. No quadro atrás da árvore é colocada uma biografia, também elaborada pelos alunos, permitindo que o conhecimento histórico se una à criatividade, à reflexão e à emoção. Cada homenagem transforma-se assim num gesto coletivo, bonito e significativo, que faz da memória um ato vivo.

O mês de janeiro foi dedicado a Mahatma Gandhi, assinalando a data da sua morte, a 30 de janeiro de 1948. Símbolo da paz, da resistência não violenta e da luta pela dignidade humana, Gandhi foi recordado através das palavras e dos olhares dos alunos, que lhe deram novas raízes neste espaço comum da escola. 

Com este primeiro momento, o projeto “Raízes da História” mostrou que recordar é também aprender, sentir e continuar a fazer florescer os valores que moldam o nosso presente e o nosso futuro.




                                                                    Texto e fotos de Bruno Carvalho e Carla Pereira



Visita de estudo ao Porto

 No dia 27 de janeiro realizou-se uma visita de estudo ao Porto

visita envolveu as turmas 10 I 1,2 e 11F1.

 No turno da manhã, o grupo visitou a Casa do Infante e a Igreja de S. Francisco. Tiveram a oportunidade de ver o mosaico romano, as moedas antigas e relembrar um pouco da história da expansão portuguesa. Perceberam o papel do Infante e da alfândega na cidade.

 Em S. Francisco ficaram fascinados pela talha dourada que reveste o interior da igreja e com as catacumbas. O uso da talha representa o barroco português e chamou os crentes ao culto.  

Da parte da tarde, conheceram o espólio (inúmeras vitrines com equipamentos antigos de medicina) existente nos pisos do Hospital de Santo António assim como o Museu / Botica do mesmo. A fachada do hospital insere-se no neoclássico português. As turmas criaram previamente um roteiro e quizzes para orientar a visita

Deu- se ainda destaque à arquitetura do ferro no Porto. 



Foi um dia muito agradável acompanhado pelas docentes Ana Sousa, Carla Pereira e Susana Taveira. 

26 novembro 2025

Visita à Casa do Corim

 Na manhã do dia 26 de novembro, as turmas 10I1 e 10I2 deslocaram-se à Casa do Corim. A visita decorreu no âmbito da aula de Área de Integração, inserida no subtema “identidade regional”. A Casa do Corim foi construída num estilo nasoniano e remonta à primeira metade do século XVIII. Hoje é um espaço multifuncional que funciona como o Hub de Sustentabilidade da LIPOR. A visita para além de promover a valorização do património local, o respeito pela memória coletiva e sustentabilidade, promoveu as relações interpessoais no seio da turma. Ficamos a conhecer as 27 peças do artista Delfim Manuel inseridas na exposição “cultos, tradições e cerâmicas”. Tivemos a oportunidade de reconhecer, através de uma app, algumas espécies de fauna e flora existentes nos magníficos jardins da casa. Foram momentos muito agradáveis!